quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PLC TEM DOCUMENTAÇÃO APROVADA NO TSE

Em 2012 iniciamos a criação do primeiro partido com base no seguimento evangélico. Na ocasião, o processo tinha como base jurídica a Resolução TSE 23.282.
Seguindo as normativas dessa resolução, o partido em formação deveria obter registro civil, colher as assinaturas, registrar o partido em no mínimo um terço dos estados e, concluídas todas essas etapas, juntada toda essa documentação formalizava o requerimentos de registro.
Em dezembro de 2015 o TSE editou uma nova resolução mudando completamente o processo.
O advento da Resolução 23.465/15, houve uma inversão no processo; agora o primeiro passo é a aprovação da documentação de registro civil pelo TSE. Se a documentação não atender a legislação, o partido não poderá dar andamento ao restante do processo, inclusive a coleta de assinaturas, já que para isso necessita obter senha de acesso ao sistema de inclusão de assinaturas no site do TSE, bem como de todo andamento do processo.
Em 24 de junho desse ano o TSE aprovou toda documentação do PLC, estando habilitado a prosseguir com o processo de Registro, restando apenas a conclusão das assinaturas.
Já colhemos mais de trezentas mil assinaturas e estamos aguardando resposta a consulta feita a Ministra Rosa Weber – TSE, sobre o aproveitamento dessas assinaturas.
Enquanto isso, necessitamos continuar a coleta de assinaturas e queremos contar com seu apoio, imprimindo o formulário de assinaturas abaixo, e colhendo as assinaturas entre seus amigos.
Nos informe através do email: presidente.plc@gmail.com ou pelo whatsaap 044-97601317 onde você está e providenciaremos para que um dos nossos companheiros chegue até você.


Lista de apoiamento - PLC


Saiba a quantidade de assinaturas do seu estado no link:planilha de assinatura 


Vamos juntos concluir o primeiro partido 100% evangélico do Brasil.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

MAIS DE UM MILHÃO DE PARTICIPANTES NAS CONFERÊNCIAS PROFÉTICAS DO PR. OSÉSA

Há doze anos, depois de uma experiência sobrenatural com Deus que descrevo no meu livro Dinheiro, em Assunto Espiritual, recebi um chamado de Deus para ministrar conferências nas diversas denominações evangélicas do Brasil.
Nesses doze anos, escrevi seis livros, publiquei três e estou terminando mais um que será publicado nos próximos dias. Desses, Dinheiro um Assunto Espiritual vendeu mais de cinquenta mil exemplares, Deus X Mamom – trinta e cinco mil exemplares, e A responsabilidade Política da Igreja sete mil.

Nenhum desses livros foi exposto em livrarias; todos foram comercializados nas minhas conferências. 

Não tenho como contabilizar quantas palestras nesses doze anos, mas numericamente, mais de um milhão de pessoas que participaram dessas Conferências realizadas no Brasil.

Louvo a Deus pelo privilégio de ministrar em denominações históricas: Congregacionais, Presbiterianas, Batistas, Metodistas, Menonitas;
Nas Igrejas Renovadas – Presbiterianos Renovados, Batistas Renovados, Avivamento Bíblico.
As Neopentecostais e independentes impossível listar; Igrejas nos modelos G12, M12, MDA, Videira – Visão dos Vencedores, Casa da Benção, Igrejas Quadrangular e tantas igrejas, Ministério e Comunidades Evangélicas.

Independente da placa, as igrejas têm suas doutrinas diversificadas, mas um área não muda em nenhuma delas – PRINCÍPIOS DE FIDELIDADE.  Todas dependem da fidelidade de seus membros para se manter.

O perigo que tenho observando é que esse princípio vem sendo desprezado pelo povo e os líderes evangélicos estão recorrendo a outros artifícios para arrecadar recursos para o sustento da obra de Deus e do ministério.

Outra situação que vejo com preocupação é a DIVISÃO que a igreja vem sofrendo nos últimos anos.

Nenhuma visão ministerial tem o propósito de dividir a igreja, mas, ao passo que muitas visões falam em unidade, essa unidade está limitada à “visão” que a igreja adota. 

Sem nenhuma intenção de ofender, mas apenas exemplificar, recebo muitas ligações de pastores, bispos ou apóstolos convidando para ministrar em suas igrejas. A primeira pergunta que fazem é: Você está em que visão – G12, M12, MDA ou outra? 
Que diferença faz se a situação financeira das igrejas, independente de modelo, visão, tradicionais, pentecostais ou neopentecostais é as mesmas? Não mudam! - independente da visão, a base da fidelidade é a mesma: Dízimos e ofertas.

O Problema é que, se você ministra em igrejas no M12, não é bem visto no G12 ou no MDA. Se for do MDA, não pode pregar no G12 ou M12. Se for de alguma igreja tradicional ou conservadora, não pode pregar nas igrejas da visão. ONDE ESTÁ A UNIDADE? Só há unidade se estiver na mesma visão? 

Como eu disse, minha intenção não é criticar, mas tentar abrir um debate para discussão e análise desse cenário que mais divide do que une a igreja: Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste Jo.21.17.

Se queremos que o mundo veja Cristo na igreja, é hora de rever essa divisão em todos os sentidos, a igreja de Cristo só tem a ganhar com a humildade e unidade das denominações independente de modelo ou visão.

domingo, 18 de setembro de 2016

PASTORA DAMARIS FAZ UM ALERTA A IGREJA SOBRE AS ELEIÇOES 2016


ALERTA A IGREJA E SEUS LÍDERES



A Pastora Damaris Alves é Advogada e Assessora Parlamenta na Câmara Federal e tem realizado palestra por todo País, falando sobre as leis que afrontam os princípios estabelecidos por Deus sobre família e sexualidade, combatendo a ideologia de gênero falando de leis que afetam a igreja de forma direta.
Assista o vídeo e entenda o perigo de votar errado nas eleições municipais.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

JUSTIÇA DECIDE: MAURÍCIO YAMAKAWA É FICHA LIMPA

CANDIDATURA DE YAMAKAWA É HOMOLOGADA PELA JUSTIÇA


A candidatura de Maurício Yamakawa, da Coligação Renovação com Experiência, foi homologada pelo juiz da 72ª Zona Eleitoral, José Foglia Júnior. Para tanto, o juiz não acatou dois pedidos de impugnação - um feito pelo Ministério Público e outro pela Coligação O Caminho Seguro. 
Ao contrario do que os adversários anunciavam, a justiça concluiu que Mauricio Yamakaw não cometeu nenhum ato doloso de improbidade administrativa, como exige os dispositivos na Lei da Ficha Limpa e outros dispositivos legais.
Nenhum cidadão tem o poder de julgar alguém sem que a lei assim o faça. Muitos anunciavam que Maurìcio Yamakawa não poderia ser candidato, ou se fosse eleito não tomaria posso. Não foi isso que a justiça entendeu. MAURÍCIO É FICHA LIMPA.
Assim, os eleitores de Paranavaí poderão votar seguramente no 11 dia 02 de outubro e com certeza Maurício e Fernando Vaz de Carvalho tomarão posse e governarão o município por 04 anos. VAMOS JUNTO RUMO A VITÓRIA.
MAURÍCIO e FERNANDO 11 na prefeitura e Pastor Osésa 25.000 na Câmara de Vereadores.  

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A importância do Escola sem Partido para a Educação

Arrisco dizer que o programa Escola sem Partido, caso seja efetivado, terá uma importância maior que o impeachment da presidente Dilma no longo prazo para a nação. A razão é que um dos grandes problemas do nosso sistema educacional é a doutrinação ideológica. Basicamente, a doutrinação ideológica hoje se caracteriza pela interpretação dos fatos históricos e da realidade exclusivamente por pensamentos de esquerda (Marx, Foucault, Marcuse, Gramsci, etc...). Ou, não saímos do colégio acreditando que ser de esquerda é ser a favor da “justiça social”, enquanto ser de direita é ser um defensor do lucro egoísta; que os EUA são os maiores culpados por todos os problemas do mundo; que Cuba é um paraíso da saúde e educação; que o bandido na verdade é uma grande vítima da sociedade capitalista opressora e desigual, e agora, por vir, que a ex-presidente Dilma sofreu um golpe? Exemplos não faltam.


O problema é que enquanto nossos alunos saem repetindo todos os clichês esquerdistas possíveis, nosso sistema educacional é um dos piores do mundo, sempre nas últimas colocações nos rankings internacionais. Pior do que isso: esses estudantes acreditam piamente que eles têm o conhecimento necessário para acabar com todos os problemas do mundo e construir uma sociedade ideal. Claro, foram instigados a acreditar que são seres “iluminados”, capazes de guiar a sociedade num processo revolucionário. Não é à toa que alguns, geralmente os mais frustrados, se tornam Black blocs; hoje, aos gritos de “Fora Temer”.

Mas pior que o vandalismo dos jovens Black blocs, é o vandalismo intelectual presente nas universidades brasileiras. Aquele mesmo adolescente que já saiu contaminado do colégio com uma visão unilateral do mundo, sem capacidade de levantar várias hipóteses para tentar explicar a realidade, consolida seu processo de doutrinação ideológica nas universidades, principalmente nos cursos de humanas (Economia, Psicologia, Jornalismo, História, Direito, Letras). Era de se esperar que pelo menos nas universidades, ao contrário do colégio, o jovem entrasse em contato com várias visões diferentes sobre um determinado tema. De fato, o professor às vezes, até passa “outras visões”, mas sempre dentro da mesma linha de pensamento, sem a ocorrência de essência do conteúdo; apenas da forma.

Pronto, e assim o ciclo está completo: aquele mesmo jovem, vítima de doutrinação ideológica no Ensino Básico/Médio, sairá das universidades e irá direto para as salas de aula, redações de jornais, clínicas de psicologia, tribunais de justiça para passar suas crenças e valores que se baseiam na mesma ideologia aprendida nos colégios e nas universidades.

Uma questão importante é que não necessariamente o jovem escolheu fazer uma faculdade de História para se tornar um professor militante infiltrado nas salas de aula a serviço de um comando central. Não, nem é necessário. O jovem, sem perceber, se torna automaticamente um militante de causas de esquerda porque foi doutrinado a ser assim desde sua infância e adolescência. É o rebelde de manada.

Já outros estudantes optam por carreiras nas áreas de exatas e biológicas onde naturalmente o contato com política, economia, história, psicologia, linguística, estratégias de comunicação é menor. Nesse caso, não sofrerão a mesma doutrinação ideológica universitária presentes nas áreas de humanas. Mas, por outro lado, nunca mais entrarão em contato com essas áreas do conhecimento (exceto aqueles que buscam sozinhos estudar esses temas por interesses próprios), e sairão das universidades com os mesmos conhecimentos sobre política, história e geopolítica adquiridos nos colégios e nos cursinhos, ou seja, quase nenhum.

Para exemplificar a cracolândia intelectual que se tornou o Brasil, basta verificar quantas vezes você já não ouviu dizer que o fascismo é de direita, mesmo que 80% das empresas estavam sobre forte regulação estatal, sendo uma mera extensão do Estado, e que todas as liberdades individuais foram suprimidas (ver Why Nazism was Socialism and Why Socialism is Totalitarian). Pergunto: O que isso tem a ver com a direita de Margaret Thatcher ou de Ronald Reagan? O que isso tem a ver com o conservadorismo de Eric Voegelin e de Roger Scruton? A visão deste estudante é que o fascismo é de direita porque ele estudou desta maneira no colégio e é incapaz de perceber a contradição entre o fascismo e as ideias conservadoras ou liberais (veja aqui meu artigo para InfoMoney -O Fascismo não é de Direita).

Calma, nem tudo está perdido. É claro que existem estudantes, em número cada vez mais crescente, que mesmo sofrendo toda a pressão ideológica possível tiveram a curiosidade de estudar outras correntes de pensamento. Provavelmente se você chegou até aqui neste texto, você faz parte deles. Aliás, daria um bom estudo científico responder a seguinte pergunta de pesquisa: Por que, apesar de toda a doutrinação ideológica presente nas escolas, alguns estudantes resolvem buscar estudar sozinhos outras correntes de pensamento? Da onde vem essa motivação?

E são justamente esses estudantes que defendem o Escola o Sem Partido para que os professores mostrem outras linhas de pensamento e os alunos possam enriquecer suas formações intelectuais entrando em contato com outras literaturas e correntes de pensamento, geralmente contrárias aomainstream universitário atual.

A forte reação contrária ao projeto nas escolas e nas universidades só reforça a tese de que a doutrinação ideológica esquerdista existe. O projeto incomoda tanto que até os “filósofos pop”, os “neutros” (nem de esquerda e nem de direita, mas a favor de uma palestra bem cara para o RH da empresa) saíram do armário para dizer que o projeto era uma bobagem, que faz parte o professor passar sua opinião numa sala de aula e que no fundo só querem substituir uma doutrinação ideológica por outra, “ de direita, conservadora, retrógrada”.

Aliás, essa ideia de que o projeto só quer substituir uma ideologia por outra é uma grande mentira, construída engenhosamente para tentar aniquilar o projeto manipulando os inocentes úteis. Para provar que não passa de uma mentira, basta ler o que diz o item 4 (aqui) do projeto: “Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade – as, principais versões, teorias, opiniões e perspectivas correntes a respeito.

Em suma, não se trata, por exemplo, de proibir Marx nas salas de aula, mas mostrar também os pensamentos de Mises, Hayek, Friedman entre tantos outros. Mostrar que além da visão glamourosa da Revolução Francesa existe também uma visão crítica ao processo revolucionário, (Edmund Burke).

Enganam- se aqueles que acham que a doutrinação nas Escolas é um fenômeno tipicamente brasileiro. Para se ter uma ideia, o livro “The Silencing: How the Left is Killing Free Speech” traz relatos verídicos onde estudantes contrários às ideologias da esquerda progressistas (ideologia de gênero, feminismo, criminalização da polícia, etc...) são perseguidos nas universidades americanas (New York University, por exemplo) e têm suas reputações esfaceladas por meio do tripé deslegitimação, desumanização e demonização. Chega-se ao ponto de existir “free speech zone” para que os estudantes possam expressar suas opiniões livremente, longe da “Polícia das Ideias” presente campus universitários americanos. Ué, mas como isso é possível, já que aprendemos que justamente os EUA são o símbolo do capitalismo e dos valores da civilização Ocidental? Pois é ,a importância do Escola sem Partido não se dá apenas por uma questão ética, mas para que começamos a entender o mundo em que vivemos. Pergunto: Onde fica a liberdade de pensamento? 

Fonte: http://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/economia-e-politica-direto-ao-ponto/post/5516329/a-importancia-do-escola-sem-partido-para-a-educacao


FALANDO AOS AMIGOS DOS JARDIM SANTOS DUMONT


FALANDO DE MIM.